Quinta-feira, 29 de Dezembro de 2011

A pintura




Boa parte da poesia portuguesa das últimas décadas parece a ilustração de uma tela de Edward Hopper. Melancólica, intimista, desiludida, suburbana mesmo quando se pretende urbana. As alternativas serão De Chirico, Magritte. Nem sequer Duchamp ou os dadaístas. Raramente ou nunca os contemporâneos.
Nada que se recomende.